O jogo de estratégia Travian, que atrai miúdos e graúdos, tem ganho popularidade por ser grátis, não necessitar de descarregar programas, ter versões para 51 países em dezenas de línguas e ter regras muito simples.
Cada jogador tem de gerir os recursos da aldeia que lhe é atribuída, nomeadamente cereais, madeira, ferro e barro, construir edifícios, dar abrigo e alimento aos habitantes, reforçar muralhas de defesa e, se o desejar, constituir exércitos.
A relação entre as aldeias vizinhas pode ser pacífica, através da troca de recursos e da criação de alianças, ou guerreira, sendo frequentes os roubos e ataques. A evolução da aldeia e dos seus recursos pode ser gerida e acompanhada em visitas pontuais, pelo que não é necessário estar sempre online.
Romanos, Teutões e Gauleses são os três povos que habitam este mundo virtual, que já tem um “irmão gémeo”, Travians, lançado em Fevereiro de 2008 em inglês e alemão e que brevemente terá uma versão para Portugal, como revelou à agência Lusa Bernd Heinisch, da empresa alemã Travian Games.
Bernd Heinisch definiu o Travian como um jogo de estratégia de puro divertimento, e não como um jogo de guerra. “O xadrez é um jogo de guerra? É possível jogar xadrez sem ser atacado? De certeza que não teria graça nenhuma. Penso que é com certeza um jogo de estratégia”, afirmou, destacando os elogios recentes feitos pela Unesco ao novo jogo da empresa, Travians.
Para a Unesco, “jogos online como o Travians podem ter um grande potencial no ensino e aprendizagem se os educadores escolherem materiais adequados e integrarem o jogo como parte da aula, em vez de deixarem as crianças jogar sozinhas sem qualquer estratégia pedagógica aplicada”.
Condensado de: Expresso






